quinta-feira, 7 de abril de 2011

Tema: O adolescente e o adulto

A NECESSIDADE DE UM ADULTO EM NOSSAS VIDAS

Como explicar a adolescência?
A fase da vida em que os nervos estão à flor da pele, época em que parece que o mundo conspira contra nós. Nesse momento, podemos definir o adulto em nossas vidas como um "estorvo". Mas o que seríamos sem eles? Independentes e sem controle. A pergunta de muitos, a resposta de poucos.
O adolescente, querendo ou não, precisa da supervisão dos pais, mesmo que para nós os pais só sirvam para nos tirar de enrascadas. É muito diícil saber o que se passa na cabeça dos jovens.
O fato qé que o adulto é extramente necessário em nossas vidas, pois eles nos protegem e essa fase é a que mais precisamos de alguém que já tenha passado pelo que estamos passando para nos mostrar que nem tudo são flores ou espinhos.
O adulto é nosso porto seguro.

Andrieli Silva - 2ª série A - Ensino Médio 2011


ADOLESCENTES INCOMPREENSÍVEIS!

Atualmente a adolescência tem sido sinônimo de carência de atenção entre alguns jovens, mas para outros significa curtição, bebidas, drogas e até mesmo doenças causadas por falta de prevenção como as DSTs, colocando suas vidas em risco, causando desentendimentos com seus pais, discussões, atitudes que levam à desarmonia familiar.
Para muitos jovens, a adolescência é um tempo de descobertas, conhecer amores, amizades, inimizades, lugares novos para sair com sua turma e se divertir. E quando isso para muitos pais é uma bobagem desnecessária, acaba se tornando uma falta de liberdade na cabeça do adolescente, pois o que eles realmente querem é ser independentes, sair sem ter que pedir permissão e sentir que são livres para ir e vir quando quiserem, sem horários ou qualquer outro tipo de regra.
Contudo, o adolescente ainda é um mistério, pois ao mesmo tempo que estão bringando com seus pais, logo se desculpam, o que gera a impressão de seres indecif´raveis, misteriosos, porém incapazes de viverem sozinhos, sem um adulto, não importa quem seja: um irmão, tio, amigo e, principalmente, seus pais.

Clarinda Fereira da Silva - 2ª série A - Ensino Médio 2011

quinta-feira, 24 de março de 2011

Minha janela

 Alunos da 8ª série A produziram textos valiosos sob o tema MINHA JANELA. Para isso, eles partiram da observação, leitura e análise dos seguintes textos:

A JANELA PARA SONHAR
Janela, uma palavra tão simples, mas que pode nos trazer inúmeros sentimentos e, juntos aos sentimentos, várias formas de sonhar. Da minha janela – onde, se pudesse, ficaria horas a olhar movimentadas ruas – sonho sonhos, os quais nunca imaginei sonhar.
A rua por um instante se transforma em um imenso tapete vermelho; as casas continuam casas, apenas mais distantes; pessoas que por ali passam, transformam-se em pássaros e borboletas; o barulho em serenata e, no final da rua, onde o tapete vermelho acaba, uma imensidão me espera. Da janela fantasio que lá está o meu futuro: a felicidade, a cumplicidade, o amor a me encantar. No instante em que me aproximo do meu amanhã, ouço vozes a me chamar.
Pronto. Acabou o meu momento de imaginar. Da janela me despeço já pensando em voltar. Sei que em nosso próximo encontro, outros sonhos vou sonhar.


Letícia Maria da Silva – 8ª série A – Ensino Fundamental 2011

MINHA JANELA


Janela feia
Janela bonita
Como é essa janela?
É azul, cor-de-rosa
Como ela faz futuro?
Ela brinca, sorri, dorme, sonha...
— Ô janela, bate as asas da vida!
Lembra como o sol por ela brilha?
Faz como as asas do vento
Os cabelos a voar
Com o tiro do soldado
A bala a matar
Roubado o dinheiro
Da casa assaltada
A polícia pegar.
Janela nervosa
Fechada é morta
A vida ela gosta
A verdade é pura
Com o vento a soprar.


Juliana Souza Flor – 8ª série A – Ensino Fundamental 2011


(Jéssica, o que achou dessa janela colorida que encontrei pra você?)

SEM SABER O QUE HÁ LÁ FORA

Lembranças não tive, nem vi o amor passar, não beijei, muito menos pulei minha janela para viver algo bom ou ruim.
Muitas pessoas iam e vinham de juas janelas, mas a minha sempre igual, nada mudou até hoje. Não tive filhos para que algum deles ficasse em meu lugar, para viver as coisas que não vivi nem vi, meus irmãos nunca se importaram com o que eu pensava ou sentia. Minha mãe passou a vida toda sem ligar para o coração, só agia pela razão. Minha janela sempre igual e eu mudava. Na infância não via o dia e a noite passar, tentava descobrir o que havia lá fora, queria saber o que por que as pessoas andanvam tão rápido e ao mesmo tempo tão devagar. Na dolescência queria saber se alguém vinha me buscar...
Assim como os príncipes dos filmes românticos, sonhava que um dia passaria algum libertado sem saber o que fazer com a tal liberdade, mas nunca tive nada de emocionante em minha janela.
Chegou a fase adulta e ainda nada ocorria, já nem mais esperava que acontecesse. Nunca vi nada através de minha janela porque eu era cega e não sabia se um dia alguém poderia me mostrar o que havia lá fora, através da janela.
Jéssica Fabiana de Souza dos Santos – 8ª série A – Ensino Fundamental 2011


JANELA DA VIDA

Janela, a passagem do vento.
Janela tão sofrida,
muitas vezes estilhaçada.
Janela espiã.
Janela que comemorou
e que muitas vezes chorou.
Janela que vê nascer
e que vê morrer.
Janela por onde tudo passa,
janela que é o espelho da alma
e que reflete a vida!

Felipe Guilherme da Silva dos Santos – 8ª série A – Ensino Fundamental 2011

MINHA BELA
Acordo de manhã
Só penso em você, minha bela.
Abro minha janela e é você, Donzela.
Meu coração dispara
Sei que é amor
Amor sem dor, amor sem terror.
Você é o fogo que queima
Você é a brasa que fere
Você é a minha Graziele.
Vou dormir, só quero você
Uma coisa te digo:
— Não vou te esquecer.
E só sei de uma verdade:
Minha janela revela
Que eu amo você.

Maicon Luís de Camargo C. da Cunha – 8ª série A – Ensino Fundamental 2011


JANELA LIBERTA

 
Janela é algo tão libertador que quando olho para ela, logo penso: “Nossa, que vontade de jogar futebol com meus amigos!”.

Mas nem sempre janela traz pensamentos previsíveis, pois também me faz sonhar em planos do futuro e decisões do presente.

Ela quase sempre me dá uma sensação de liberdade, entretanto algumas vezes sinto como estivese em um B.B.B.. É quando a mãe deixa a gente de castigo, então vem a vontade de quebrar os vidros e sumir por um bom tempo.

Vemos assim que a janela não é apenas um retângulo de madeira com vidros, ela abre nossos pensamentos e nos tira m peso bem grande de cima das costas, pois olhar ao longe pode nos fazer tomar decisões que estão nos sufocando por dentro.

Luís Felipe Gonçalves Giaconello – 8ª série A – Ensino Fundamental 2011



JANELA DOS SONHOS
Minha querida janela, sem ela não sei viver. Todas os dias fico diante dela para ver as pessoas passarem ao longe.
Todas as manhãs observo um bela menininha andnado pelas ruas, entregando flores. Em seguida vem um casal de velhinhos num romance só. Fico então ali, longos instantes viajando em meus sonhos, construindo romances. E reparo sempre em um garoto muito lindo, por quem me apaixonei. Todos os dias as cinco horas em ponto, passa com uma linda rosa. Imagino que poderia ser para mim, mas não é. É para sua namorada.
E assim os anos passam, eu continuo ali na janela, construindo sonhos, histórias, planejando o futuro e muito mais.


Larissa Milani – 8ª série A – Ensino Fundamental 2011


A JANELA

Meu coração não tem porta, mas sim uma janela. Uma janela por onde entram brisas de paixões, ventanias de ilusões e um clarão de esperança que se refletem nos estilhaços de um coração partido.

Minha janela se fechou e eu não tenho a chave. Quem tem a chave não me quer ou não me ama de verdade, não vem abrir. Como farei agora para encontrar a felicidade, quando a janela do meu coração se fechou completamente?

Agora só me resta esperar, aguardar um novo amor para curar as feridas que uma desilusão me deixou.

Rebecca – 8ª série A – Ensino Fundamental 2011

TUDO QUE VI

Lá fora um pássaro a voar no ceu,
Mamãe estendendo as roupas,
Papai chegando com uma enxada na mão,
Mariazinha correndo atrás de borboletas,
E bem adiante ouve-se um cantarolar
do primo Juca que se prepara para
declarar seu amor a sua amada.

Um vento suave trazendo o cheiro da infância
que já não se via há algum tempo.
O barulho das galinhas e das outras criações
anunciando a chegada da noite.

E agora... já não se vê mais
aquela inocência de criança.
Apenas a velha janela
na casinha toda desbotada.



Do lado esquerdo está o texto original criado por Tatiana Lima Silva - 8ª série A 2011



sexta-feira, 4 de março de 2011

O AMOR



Muitas pessoas pensam no amor de uma forma ilusória, como se ele tivesse que ser perfeito, repleto de momentos felizes, sem nenhum defeito, dor ou sofrimento.
Imagine que o amor que você sente, já sentiu ou um dia sentirá fosse assim. Seria perfeito, tão perfeito que se tornaria monótono.
O amor é o sentimento mais gostoso de se sentir justamente porque nele estão concentrando todos os outros, desde o sentimento mais triste e doloroso até o mais lindo e feliz.
Quando amamos, odiamos, sofremos, somos felizes, temos ciúmes, sorrimos, choramos. Há momentos em que precisamos apenas de nós mesmos ou apenas do outro e há momentos que precisamos do mundo para nos confortar.
Muitas vezes pensamos que o amor acabou, mas não, mas uma vez ele nos pregou uma peça e sentimos ele pulsando novamente em nosso peito, explodindo dentro de nós com toda a intensidade. E então nos sentimos completos.



Tanizi de Oliveira Duarte – 2ª série A – Ensino Médio - 2011

MEUS DOIS LADOS VIVENTES


Deste lado da minha vida
tem o que já se foi
tem crianças brincando
tem uma mulher me chamando...
tem amigos peraltas
tem o caminho dos estudos
tem um mundo a despertar
tem uma menina seguindo
incansavelmente uma jornada.



Do outro lado tem outra vida
que dependeu da minha para surgir!
tem o presente e o futuro
tem uma criança sorrindo

tem um parceiro de jornada
tem uma família constituída!
tem um incasável sorriso
que resiste a dores e angústia
porque viver para si
é viver enquanto der
e viver para seus dependentes
é viver eternamente.



Rafaela dos Santos Quitério - 1ª série A - Ensino Médio - 2011

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

ENEM 2010








O tema da redação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2010 foi "Trabalho na construção da dignidade humana".


Abaixo temos o texto criado por uma das alunas da
Escola Estadual Capitão Narciso Bertolino, em Olímpia - Estado de São Paulo.



Já diziam os filósofos que o que movimenta e estrutura os pilares de uma sociedade é a política. Mas o que seria da política sem o trabalho?
O trabalho é peça chave na formação da cidadania, bem executado, torna homens e mulheres cidadãos. No entanto se tratando de sociedade sempre nos deparamos com erros e com esses erros testemunhamos o efeito dominó exercido por eles.
Homens gananciosos que não se preocupam com o meio ambiente, muito menos com a sociedade, esquecendo a miséria que assola milhares de pessoas. A humildade na medida certa deveria ser o instrumento de trabalho primordial de todos os profissionais, pois a exercendo, exterminamos o trabalho escravo, exploratório, a pobreza, a ganância e o poder. Cada vez mais em função do bom exercício do trabalho veríamos a evolução em todos os outros aspectos sociais.
Ainda sonhamos com o dia que a dignidade se sobressairá ao dinheiro, que a economia não confrontara o meio ambiente e que a inteligência será a arma contra a cobiça e a preguiça.
Seremos dignos, pois somos trabalhadores, que agem em prol do meio ambiente, da qualidade de vida e da inovação em função da globalização.


Patrícia Carvalho Silva - aluna da 3ª série A - Capitão Narciso 2010


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quarta-feira, 28 de julho de 2010

LEITURA: A ARTE DO IMAGINAR


Os textos a seguir foram produzidos por alunos de nossa escola em 2002.
Esses textos foram selecionados para publicação em nosso livrinho de redações publicado naquele ano sob o título:

LEITURA: A ARTE DO IMAGINAR

A partir de 1998 até o ano de 2008 foram 10 publicações ao todo, uma a cada ano.
O tema desenvolvido nos textos a seguir foi trabalhado a partir do poema de Murilo Mendes:
Os dois lados.


OS DOIS LADOS

Do meu lado visível
tem a esperança
tem minha família me esperando para o almoço
tem as pessoas me olhando na rua sem preconceito
tem o caminho da felicidade.

Do outro lado tem o medo do futuro
tem o medo de quando o telefone toca de madrugada
tem o medo do próprio ser nas horas tensas
tem o medo da única certeza da vida: a morte.

João Paulo Forte Filho - Ensino Médio - 2ª série - 2002


LADOS OPOSTOS

De um lado tenho um baú.
Onde guardo todas as desavenças.
Onde guardo todos os amores passados.
Onde guardo todas as tristezas
Onde guardo toda minha raiva.
E este lado é muito grande.
Pois vive todo meu passado.
De outro lado tenho uma caixinha.
Onde guardo as alegrias evidentes.
Onde guardo o amor ardente.
Onde guardo as tristezas latentes.
E este lado é muito pequeno.
Pois não vive o passado.
Muito menos o futuro.
Vive apenas o presente.

Thiago Fernando Devares -Ensino Médio - 2ª série - 2002

MINHAS DUAS FACES
Nesta face
Tenho a escola me esperando logo cedo.
Tenho os professores nervosos com a bagunça.
Tenho deveres a serem feitos.
Tenho meus pais me cobrando.
Tenho um irmão me atormentando.

Na outra face, há os sonhos.
A viagem a uma bela praia.
O encontro com meu ídolo.
A conversa com os amigos ao anoitecer.
Há uma vida tão perfeita.
Que quem sabe um dia...
Irá acontecer?

Débora Freitas de Souza - Ensino Médio - 2ª série - 2002


ANTES DE DEPOIS

Antes a calmaria, depois a nau afunda.
Antes a alegria, depois só rios de pranto.
Antes havia ela que eu amara tanto,
Depois não haverá por que estar no mundo.
Antes era tímido, depois rasgarei véus.
Antes tinha Deus, depois serei ateu.
Antes havia ela, que a vida me concedeu,
Depois só a verei nas alamedas do céu.

Antes eu era sólido.
Depois serei uma nuvem,
Que com o vento se acaba.
E terminando todo meu medo.
Resumirei esta bobagem:
Antes eu era tudo, depois não serei nada.

Marcos A. Minari - Ensino Médio - 2ª série - 2002

terça-feira, 8 de junho de 2010

Interior na praia

Professora Rosânia, da Escola Capitão Narciso, reserva, organiza, luta, consegue patrocínio, desdobra-se em mil e leva alunos do Ensino Fundamental para a Casa da Vovó Anita, em Santos, participando pela segunda vez do Programa Interior na Praia.

Leiam os textos que os alunos produziram contando como sentiram essa experiência:

OS PRIMEIROS DIAS
A melhor coisa que me aconteceu foi ir à praia com meus colegas de classe e com professoras maravilhosas.
Lá na pensão da Vovó Anita foi uma verdadeira maravilha! Todas as pessoas uqe lá trabalhavam eram muito educadas, alegres e tudo de bom que vocês podem imaginar.
Quando a gente acordva, ia tomar café e depois ia para a praia. A gente se divertia tanto, tanto com a brisa suave no rosto, com o barulho das águas, com as enormes ondas.
Vimos também o museu de pesca, e o que mais me impressionou foi o esqueleto de uma baleia.
O aquário... nossa, que delícia! Tinha tubarões, arraias, tartarugas, pinguins e também peixinhos estranhos, mas muito lindos.
Que dias bons foram aqueles!!
Suélen
A VIAGEM À PRAIA DE SANTOS
Foi uma viagem inesquecível, pois foi a primeira vez que fui à praia.
Adorei muito a viagem. A primeira vez vi o mar, amei a Casa da Vovó Anita, a sala de brinquedos, Shopping Center, o teatro do SESC, o Museu de Pesca, a feirinha o Aquário...
Adorei também os navios e o iate, adorei o parquinho e adorei a Cidade de Santos.
No mar me sentia sonhando. Amei muito aquela areia nos meus pés, as ondas do mar em mim. Amei muito essa viagem para a praia de Santos.
Wandrei Rafael Santiago
MINHA PRIMEIRA VEZ NA PRAIA
Minha primeira vez na praia foi maravilhoso! Nós fomos ao Shopping Center, ao Museu de Pesca, ao teatro. Tudo foi lindo, lindo, lindo. Foi tudo.
A professora rosânia levou a gente para jantar fora, nós brincamos, tiramos fotos, andamos no mar à noite, etc.
Nunca mais vou esquecer minha primeira vez na praia.
Luciana
A VIAGEM CULTURAL À PRAIA
Quando você vê aquele mar cheio de água que não acaba mais é uma sensação inesquecível. Quando você entra e sente a água bater em você é uma coisa mais que mais.
Eu gostaria de voltar lá outras vezes, de sentir aquela água salgada emminha boca.
Nós saímos, fomos ao Shopping, ao teatro no Sesc, no Museu de Pesca, no Aquário. E o mais legal foi quando fomos no parquinho e ainda tudo foi de graça. A professora Rosânia arranjou tudo isso com carinho.
Rayane - 6ª sére B - 2009
A PRAIA DE SANTOS
Nessa viagem apreciei o mar que nunca tinha visto, admirei a beleza da água, a areia molhada. Foi incrível passar uma semana em frente à praia, numa pousada belíssima, maravilhosa.
Gostei tanto que queria morar lá, brincar no parque descalça. Na praia me sentia no céu, com um policial e três professoras me sentia segura.
Que esta viagem seja uma das dez que eu sonhava. Nunca vou me esquecer dessa viagem.
Talita Cristina Rodrigues Libório

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Parafraseando Gonçalves Dias

CANÇÃO DE DESCANSO


Nos Thermas tem coqueiro
onde dá pra descansar
As araras que lá gritam
na minha casa não vão gritar

Lá tem piscinas
onde dá para nadar
E tem os apaixonados
que se arriscam a namorar

Juiz, não permita que a água esfrie
senão não iremos nadar
e tudo vai se desligar

Não encontro em outro lugar
os coqueiros que lá tem
onde dá pra descansar.

Rodrigo Gonçalves de Jesus
1ª série A - Ensino Médio - 2009


MINHA TERRA, MEU AMOR


Minha casa tem mangueira
Onde canta o tico-tico
As aves que aqui cantam
Não cantam contigo.

Nosso céu ensolarado,
Nossa terra nasce flores,
Nossa mangueira carregada,
Nossa vida cheia de amores.

Espero não partir tão cedo,
Sem que antes veja meu amor.
Não permita que você encontre a morte,
Senão morrerei de dor.

Jéssica Miranda e Taís Santos Souza
1ª série A - Ensino Médio - 2009


CANÇÃO DA SAUDADE



Moro em uma cidade
Bem diferente da que eu nasci
Só existe saudade
Que a vida proporciona aqui.

Lá a vida é amis contagiante
Existe amor e felicidade
O sol é mais brilhante
E a natureza é pura de verdade.

Aqui só enxergo solidão
As pessoas não tem esperança
Pois só querem a imensidão
E se esquecem do coração.

Não permita deus que eu não volte para lá
Pois morrerei de remorso
Por tem vindo para cá
E ter deixado o meu palácio.

Daiane do Nascimento Silva
1ª série A - Ensino Médio - 2009


CANÇÃO FOLCLÓRICA

Minha terra tem danças folclóricas
onde dançam sem parar.
As danças que aqui são elogiadas
nunca param de inventar.
As culturas são tantas
que sempre sabem prestigiar.

Nossas danças tem sempre o que mostar
Nossas danças tem mais belezas
Pois são passos folclóricos
que agitam a galera.

Nossas danças são sempre atração
Mulheres e crianças se agitam sem parar.
E já tratam logo de avisar
que o Festival do Folclore está chegando.

folclore de lá
Folclore de cá
Folclore sempre para alegrar.

Gabriela Letícia e Janaína Amaral
1ª série A - Ensino Médio - 2009



LEMBRANÇAS

A vida que eu vivi
ninguém viveu, só eu quem vi
pessoas que falam, criticam e fofocam
nao tem sorte, perdem o foco.

Nas cidades por onde passei
nas cidades onde viverei
A cidade em que vivo é impossível de esquecer
pois em lugar nenhum encontrarei o que lá eu encontrei.

Não permita Deus que tudo acabe
Antes que tudo mude
Antes que tudo volte
Antes que o tempo me deixe esquecer.

No mundo há fases
Fases que nos trazem tristezas, alegrias
Fases que levam pessoas queridas
E nos deixam a marca da saudade.

Mirela Machado Buqui e Letícia de Paula Vasques
1ª série A - Ensino Médio - 2009

Tema: Parafraseando Carlos Drummond - Casas entre bananeiras




DIA-A-DIA



Casas entre prédios
Mulheres entre homens
O galo a cantar
E o sol a clarear

Os homens batendo bola
As mulheres nunca se cansam de trabalhar
O passarinho sempre a assoviar
E as crianças felizes a brincar

Mulheres aos poucos iniciam as fofocas
Mas nunca param de trabalhar.

Putz! Que vidinha abestolada!

Naisa Emily Albertino Ribeiro
1ª série B - Ensino Médio - 2009


VIDINHA QUALQUER

Louça para lavar
casa para arrumar

criança para cuidar
roupa para passar

cachorro para tratar
e nenhum minuto para descansar...

Nossa, que vidinha
sem nenhum minuto para relaxar!


Brenda Carolina e Jefferson Alexandre
1ª série B - Ensino Médio - 2009



MINHA CIDADE


Mulher passa pela rua da cidade
todos passeiam pela movimentada rua
Muitas crianças gostam e se divertem

Os homens não se cansam de correr
As mulheres passeando pelas ruas
Meninas não se cansam de pular

Devagar as pessoas analisam
Analisam a natureza

Nossa, que cidade mais bonita!

Janaína Cristina Costa Pereira e Andressa P. Souza
1ª série B - Ensino Médio - 2009

Amor...


O amor é um sentimento puro do coração
Um sentimento puro sem explicação
Quando amamos ficamos cegos
A tal ponto que nos deixamos levar pela emoção
Amar é bom quando a pessoa amada
Compartilha da mesma emoção
Amar, amar, amar...
A melhor
coisa
da
vida!

Aline de Azevedo, Taiuane B da Silva
2ª série A - Ensino Médio - 2009